Sinta-se em casa!


20 de setembro de 2010

E um tapinha...dói?


Eu sei que não apareço aqui faz décadas, desculpa! Voltei, causando, claro.
Perguntinha bem simples, bem objetiva. Mulher gosta de apanhar? Que foi? Só estou perguntando.
O mestre Nelson Rodrigues afirmou isso faz um bom tempo e eu lanço a pergunta aqui no blog, é verdade que mulher gosta de apanhar? Ele foi bem especifico quando disse isso, não é que ela goste de apanhar todos os dias. Segundo ele, em algum momento da vida a mulher desafia o homem, é quando ela põe o dedo na cara dele e diz a famosa frase: TU NÃO É HOMEM. Mesmo que ela não admita, ou não saiba, o que ela quer mesmo é que ele de um tapa na cara dela e mostre quem é homem, dizem que depois disso, ela nunca mais duvida da masculinidade dele (também pudera né?). Caso isso não aconteça ela começa a perder o respeito por ele. Não sou eu quem está dizendo, queria deixar isso bem claro, não quero ninguém batendo na minha porta pra me bater, ok?
Todo mundo tem uma opinião sobre esse assunto. Quando aparece uma notícia de violência contra a mulher, sempre tem um pra dizer: "Alguma coisa ela fez" ou "é muito burra pra continuar com alguém que bate nela". Só que não é dessa violência que eu estou falando, ou talvez seja, não sei bem. Acho que as coisas acabam se misturando de um jeito ou de outro. Li em algum lugar sobre as culturas onde bater na esposa é algo super comum. Dizem que na África elas acham justo apanhar por vários motivos, entre eles está (pasmem): queimar a comida. Pensa comigo, se queimar a comida e sair de casa sem avisar o marido é motivo pra apanhar, imagina dizer que ele não é homem.
Pra mim, deve ter alguma coisa a ver com a infância. Grande novidade, tudo é trauma infantil. Mas faz sentido, não faz? As relações com o primeiro homem com quem temos contato há de influenciar todas as outras. Talvez a mulher que não apanhava do pai busque mais esse confronto com o marido, talvez seja o contrario.
Um detalhe importante é que Nelson Rodrigues confirmou que nem toda a mulher gosta de apanhar. Só as normais gostam. Então fica a dica né! Não pros homens, mas pras mulheres. Outro detalhe a ser observado é que segundo essa filosofia a mulher também não gosta de apanhar de todo mundo, só do seu 'amado'. Nada de ficar batendo na mulher dos outros.
Assunto ingrato esse meu né? Eu gosto de uma polêmica, todo mundo sabe disso. Além do mais N. Rodrigues sempre tem ótimos assuntos a serem discutidos.
Se vocês querem saber eu acho que o problema de algumas criaturas por ai é falta de laço mesmo. Não, não estou apoiando a violência doméstica. Ou estou, tanto faz.

3 de agosto de 2010

Me mordo mesmo e dai?

Comentaristas do meu blog...muito obrigada! Eu não seria nada sem vocês. Faz séculos que eu não posto nada, eu sei que não deu pra sentir saudades, mas mesmo assim me sinto culpada. Enfim, depois de alguns meses de blog eu quase esqueci da função dele. Era principalmente um local de protesto, mas também era onde eu podia falar sobre relacionamentos e diferenças entre os sexos. Todo mundo aqui ta cansado de saber que eu sou contra esse feminismo exagerado, que ta sempre na moda e o motivo também não é segredo. Homens e mulheres são diferentes, tratar 'coisas' diferentes de maneira igual não faz o menor sentindo e isso é inegável.
Vi no Globo Repórter (sim eu vejo, mas só quando não é alguma coisa sobre animais) essa semana ou na passada varias coisas justamente sobre isso, as diferenças. Um assunto despertou meu interesse porque eu acho que nunca falei dele aqui. Ciúmes! Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu ciúmes. Eu admito, sou ciumenta pra caramba. Tenho ciúmes de pessoas e coisas. Veja bem, não sou a maluca que faz escândalo, eu sempre fui do tipo que fica remoendo; isso também não quer dizer que eu não va perguntar coisas como 'quem é a fulana'.
A principal diferença entre o ciúme feminino e o masculino é tão óbvia que eu não precisaria dizer. Claro que eu vou dizer, se não, não teria sobre o que escrever. Homens sentem o que eu chamo de ciúme físico, eles não gostam (o grau do desgosto depende do homem, logicamente) da idéia de ter a sua mulher com outro cara. Já o sexo oposto morre de medo de que o companheiro goste de outra mulher, o fato dele estar fisicamente com outra, ela até consegue perdoar. Viu, tu já sabia disso.
É isso ai, galera, a carência feminina atacando mais uma fez. Sim, porque isso é carência , medo de que ele te deixe porque gosta de outra, ousaria dizer que algumas até aceitariam dividir o cara. O problema na divisão é se ele ainda sim gostar mais da outra, dai minha amiga, tu ta ralada, ele vai embora mesmo, vai ficar só com a outra.
Conversava com uma amiga sobre essa coisa de fidelidade, será que um dia a chamada traição vai ser bem aceita? Não sei se o ciúmes vai deixar, mas talvez ele seja mesmo só uma convenção social. Quem sabe os homens conseguem administrar essa coisa de dividir um mulher e as mulheres o fato do cara gostar de mais de uma pessoa. Será que da pra gostar de mais de uma pessoa igual? Será que ele não vai acabar gostando mais de uma e não vai dar certo? Será? Quem viver verá.
A questão é que vou contar aqui só pra vocês, sempre me achei meio ciumenta demais, sabe, mas uma das coisas que eu vi nesse programa foi um teste pra testar o nível de ciúmes. Sim, eu fiz sim. E o resultado foi um 'enciumado', fiquei satisfeita. Vai lá, faz o teste, mas não pode mentir, hein! Depois me conta?

Por Luna Rodrigues

15 de julho de 2010

Você foi embora, a tatuagem não (8)

Gente, que frio é esse? Me olhei no espelho agora e to parecendo a rena do nariz vermelho. Patético sair de casa com essa cara de doente, assim não há quem lide. Detalhe é que eu nem to doente de fato. Ta ruim até pra escrever, medo de quebrar os dedos enquanto digito. Enfim, vamos espantar esse frio e comemorar o "Dia do homem", posso com isso? Todo mundo aqui sabe que eu não acredito em direitos iguais então, dane-se o dia do homem (ok, o da mulher também).
Hoje no rádio eu ouvi que uma pesquisa feita na Inglaterra (é, eu e minhas pesquisas) apontou que 47% dos homens não acha mulheres de tatuagem atraentes. O foco da pesquisa era sobre como a alguns anos tatuagem era uma coisa que chamava a atenção masculina positivamente, quando delicadas e femininas, hoje em dia nem tanto. A porcentagem de mulheres que consideram homens tatuados pouco atraente, lógico, é menor.
A pesquisa diz que David Beckham exagerou nas tatuagens e isso deixou o cidadão menos atraente, menciona que a cantora Amy Winehouse não é considerada bonita por causa das tatuagens. Eu sou muito fã da Amy, mas acho que não é por causa das tatuagens que ela é estranha, acho que o mais normal ali são as tatuagens pra falar a verdade. Outro exemplo na questão bonita ou não tatuada foi a Fernanda Yang, quem viu ela na PlayBoy jura que o que deu pra aproveitar foram as tatuagens. Pras meninas: nem tentem mentir, sei que vocês pegavam o Beckham com ou sem tatuagem.
Eu sempre enjoei fácil das coisas, talvez por isso nunca tenha feito uma tatuagem. Olhar pra mesma figura grudada em mim o resto da vida? Fico nervosa só de pensar, além do mais como é que eu vou explicar pros meus netos que aquele borrão de tinta bizarro um dia foi uma linda borboleta que eu tatuei na juventude. Meio estranho. Admito que a dor também é um fator importante nesse assunto, eu sou bem pouco resistente a ela, não sei se seria uma boa idéia.
Tendência mesmo quando a gente fala em tatuagem é transformar uma tatuagem que tu já tem em alguma coisa nova. Várias famosas já nos deram exemplos disso. Mania de querer tatuar nome de homem (com raras exceções, isso é bem coisa de mulher). Danielle Winits ta aí pra nos mostrar como faz. Quando namorava o Bruno Gagliasso ela tatou um "B" em algum lugar que depois teve que virar "Believe"; não contente com isso agora ela tatuou "Love for Johnny", porque gosta de uísque senhores? Não uma homenagem ao namorado Jonatas Faro. E olha que ela nem é mais uma guriazinha.
Por falar em tatuagem e tendência, vocês já viram a novidade pro verão? Uma marca italiana lançou biquínis com o desenho de um coração vazado, pra deixar marcado mesmo. Dá uma olhadinha ai! Achei fofo e vou querer, se bem que o coração ficou parecendo mais uma sujeira na bunda da moça. O chato é colocar o biquíni no exato local toda a vez que for tomar sol né, por que se não o coração vai virar uma coisa indefinida. Uma galera vai trocar o coração partido pelo torto.
Por Luna Rodrigues

7 de julho de 2010

E a tênue linha

Queridos leitores, estou apaixonada. Perdida e completamente apaixonada e não tenho vergonha de dizer, é isso aí. O nome da minha mais nova paixão: True Blood. Um vício por qualquer coisa que seja é uma merda, todo mundo sabe disso, mas quando eu dei por mim já era tarde. Fui sugada pela série (com o perdão do trocadilho). O tema de abertura é minha música favorita, preciso ver algum episódio todos os dias e se tivesse twitter eu estaria seguindo @TrueBloodHBO.

E o que é mais envolvente no crepúsculo pra maiores de 18? Essa coisa de vampiros gatos e sedutores sempre encantou a galera, fato! Mas não sei, True Blood tem alguma coisa de especial, acho que é essa inovação dos vampiros "saindo do caixão". É, vou apostar nisso, não quero pensar que gosto mesmo de ver Eric, Bill e Sam. Homens bonitos não me prendem as séries, né? Se bem que minha ultima série de adoração era Supernatural! Sei lá.

Eu podia escrever parágrafos e mais parágrafos sobre a vida da Sookie e como as coisas saíram do controle quando ela finalmente conheceu um vampiro de verdade, só que a idéia do post não era essa. Isso tudo me fez pensar em uma coisa: a linha tênue que há entre gostar de uma série/desenho/filme e ser um idiota. Um doente mesmo, no mais bonito significado da palavra. Perigoso isso, a grande maioria não percebe que cruzou a linha. Uma hora está comprando os dvds das temporadas passadas e na outra está se vestindo igual aos personagens.

Engraçado é que ontem depois de ver alguns episódios eu vi o programa "A liga", sabe? Da Band. Bom, eles estavam falando sobre tribos e uma delas era a dos cosplayers, quando o Rafinha perguntou pra algumas meninas se elas não se achavam muito velhas pra isso a resposta foi: Existe idade pra sonhar? Então não existe idade pra fazer cosplay. Será? Ok, não sou ninguém pra criticar. Mas eu acho que quando tu faz uma roupa e compra uma peruca pra ficar igual a um personagem ultrapassou a fronteira do sonho, tu ta tentando transformar isso em realidade.

Dando uma olhada no HBO Shop; por pura curiosidade, não ia comprar o uniforme da Sookie no Merlotte's (uhum, Luna), eu vi coisas que não achei possível. Camisetas com "fangbanger", "VILF", pra quem foi mordido, pra quem quer ser mordido e pra quem não quer. Até Tru Blood, o sangue sintético que os vampiros bebem, eles vendem, sério. E a pergunta que eu faço é, quando se trata de fã o que é normal e o que não é. Posso usar uma camiseta escrito "Team Bill", mas não posso responder os twits dos personagens é isso?

Na minha humilde opinião, desde que tu não esqueça em nenhum momento que é tudo fazdeconta, beleza! Eu sei que é difícil aceitar, mas o vampiro lindo que vai te amar por toda a eternidade só existe na série. Dizem por ai que True Blood me fez trair o movimento e achar Eclipse ruim de mais. Ou é isso, ou o filme é um lixo mesmo.



Por Luna Rodrigues

28 de junho de 2010

As pesquisas mostram que…

Fazendo aquela leitura básica da Men’s Health do mês, me deparei com u ma notinha no mínimo curiosa. Li que para relacionamentos curtos mulheres preferem homens com cicatrizes leves no rosto. Que? Diz que é um estudo sério isso, fui pesquisar essa história e vi que um periódico internacional publicou o artigo. O que rolou foi o seguinte: duzentas e poucas pessoas olharam fotos de homens e mulheres, algumas com o rosto perfeitinho e outras manipuladas pelo computador para que aparentassem cicatrizes leves. O resultado revelou que as mulheres preferem os homens com pequenas cicatrizes no rosto. Já os homens nem ligaram pra esse detalhe. Não me pergunte por que razão preferem só pra relacionamentos curtos, isso eu não consegui achar em lugar nenhum, mas vocês devem se perguntar: porque? Parece que é porque cicatrizes pós trauma são bem vistas por nós, mesmo que inconscientemente, o estudo mostra que marcas de doenças (como catapora e espinha) e de cirurgias não são vistas da mesma maneira. Nós mulheres queremos um homem que tenha passado por algum trauma, superado e tenha a prova disso marcada no rosto. Os espinhentos e os doentes? OUT!

Não sei vocês, mas eu achei bizarro. Gostei dessa coisa de pesquisa, por mais que eu ache que esses resultados são sempre muito duvidosos né. Às vezes pontos importantes não são considerados; a região avaliada, pra mim, é um fato que influencia muito, bem como a idade dos pesquisados. Nesse caso, não consegui encontrar a idade dos pesquisados. Duvido que as guriazinhas prefiram meninos marcados aos com rostinho de bunda de bebê.

Na minha busca por dados sobre essa tal pesquisa encontrei várias outras, claro. Algumas interessantes, outras mais estranhas do que a comentada nos parágrafos acima. Vocês sabiam que estudos indicam que conversar com mulheres deixa homens mais burros? Queria rir, mas a pesquisa é ao que me pareceu, bem consistente. O doutor Johan C. Karremans promoveu a pesquisa que funcionou assim, homens e mulheres conversavam com pessoas de ambos os sexos e nos intervalos dos encontros faziam testes de matemática e lógica. Após conversar com mulheres o desempenho dos homens caiu consideravelmente. Detalhe: quanto mais bonita era a mulher, mais “burros” eles ficavam. O desempenho das mulheres nã o se alterou, não é novidade que homens bonitos não no intimidam (é?). A explicação é lógica, eles se sentem na eterna responsabilidade de seduzir a fêmea e isso exige muito do cérebro masculino.

Pronto, agora é oficial. Conversa intersexual é bobagem, só atrapalha. Parece que o doutor Johan é solteiro (e sem cicatrizes) e vai continuar assim. Quem pode culpá-lo? O cara é cientista, precisa ser inteligente.


Por Luna Rodrigues

21 de junho de 2010

E quando ela rola o mundo pára...

Literalmente. Quem me conhece sabe que eu adoro futebol, sou uma apaixonada pelo meu time e tempos de Copa são sempre uma alegria, a questão é que o mundo precisa mesmo parar por causa disso? Só se fala em futebol durante um mês inteiro, é o mês perfeito pra se fazer tudo o que se espera que fique em segredo, ninguém vai dar a mínima mesmo. Podem roubar, matar e estuprar, nem o Diário Gaúcho vai dar bola pra vocês. Fiquei surpresa de alguém ter reparado que o Saramago morreu.
Hoje li uma matéria que me chocou "Prostitutas não conseguem clientes durante a Copa do Mundo". É isso então? Louu cuu raa! Mas quem sou eu pra criticar, sou super envolvida com essas coisas, adoro fazer decoração verde/amarela, sei toda a música da copa e o projeto é aprender a dança o tal "diskdance". Se eu fosse prostituta, nem trabalhava em horarío de jogo. Ninguém marca nada em dia de jogo do Brasil, alias não só do Brasil. Mas poxa, só acontece de 4 em 4 anos.
Justamente porque eu adoro tudo isso que me importo muito com um fenômeno que se mostra mais intenso em épocas como essa. As mulheres que denigrem a imagem feminina quando o assunto é esse. Tudo bem tu não curtir futebol é um direito super teu (tanto pra homens como pra mulheres, claro), agora não vem dar discurso de que: a única parte que vale a pena na Copa é olhar as pernas dos jogadores. É esse tipo de atitude que suja a imagem das mulheres que gostam de futebol de uma maneira que não sei mais se é possível limpar.
Gente, ouvi tanta coisa sobre isso. Saiu da boca de uma criatura, em rede nacional, que a parte importante dos jogos era o hino, porque aparecia o rosto de todos os jogadores e dava pra ver quem eram os bonitos. Isso é sério! E esse novo quadro do Fantástico? O tal "Bem, amigas". Eu não tive coragem de ver, mas pelo que eu entendi um grupo de mulheres que não tem nenhuma vergonha na cara se reúne pra eleger os jogadores mais bonitos ou coisa assim. Triste é muito pouco pra definir esse tipo de programa.
Recebi pedidos pra escrever sobre isso e cá estou. Tentando melhorar essa imagem ridícula, minha e das amigas boleiras. Ousadia a minha né? Essa sou eu: ousada.
Pra quem não gosta eu sei que é meio difícil acreditar; mas quando eu vejo Portugal jogando juro que eu me interesso pelo jogo em si (alias, 7, que exagero hein Lusa) e com o fato de que a gente enfrenta eles na sexta, classificados ou não, e não com as coxas do Cristiano Ronaldo. Pelo menos em boa parte do jogo. Que foi? Ninguém é de ferro.

Por Luna Rodrigues

15 de junho de 2010

Me segue?

Tá diferente o blog, repararam? Cada vez mais rosa pra contrastar com meus textos, cada vez mais ásperos.
Lendo um dos muitos blogs que eu acompanho eu vi esse papo velho da moda do twitter. Vocês tem twitter? Eu não tenho nada contra quem tem, sério. Eu só acho ridículo. Tive twitter, por uma semana e bastou.

Quando são pessoas famosas até vá lá, mas quando é o joão ninguem da esquina querendo contar o que fez é complicado. O que fez não...o que está fazendo, o que é bem pior! Essa parte também serve pra famosos, qual o propósito de abrir a porra do twitter (seja no computador, no celular ou em qualquer meio) e escrever: To comendo bolo de chocolate...huummm"? Como assim?
Essa coisa da distancia entre fã e ídolo é também a graça de ser fã. Teu vizinho toca violão super bem, tu é fã dele? Não, tu é fã do cara que aparece no Domingo Legal. O teu vizinho é mais bonito e muito mais legal do que o cara que apareceu na Hebe, mas mesmo assim tu não é fã dele (sim, to super SBT hoje).
Vários amigos meus tem, eu até olho as vezes. Na grande maioria das vezes não é surpreendente, pois a pessoa já comentou comigo algo sobre o que twitou. Claro que eu não estou chamando quem tem twitter de desocupado idiota, é só uma das muitas coisas que eu não entendo a razão de existir. Se tu que ta lendo tem e se ofendeu, tu é muito idiota, não era isso o que eu queria. Reparem: quem sou eu pra criticar, eu tenho um blog onde posto semanalmente. Se juntar todas as twitadas de vocês provavelmente resulte em um post.
Se as vezes eu pareço muito agressiva não se assustem, quem me conhece sabe que eu sou super tranquila. É, talvez não. A questão é que meus posts tem sempre um clima de desabafo, lembram que nasceu de uma
insatisfação?
Complicado nessa ferramenta acho que não é nem as celebridades nem os simples mortais contando cada passo do seu dia, o problema são as subcelebridades. Raça complicada essa. Ser informada do dilema pessoal do Willian Boner escolhendo a gravata é ruim, mas eu preciso mesmo saber quando a Geyse (não há como pensar em subcelebridade e não pensar nela) vai fazer compras? Chato é que esse tipo realmente não tem muito o que fazer já que em grande parte dos casos não trabalha nem como uma pessoa comum, nem como alguém famoso. Mais tempo pra inventar contar como foi o dia "super corrido" e dar aquela passada só pra dizer que ama os fãs, eles sempre tem fãs.
Alguém sabe por que o símbolo do twitter é um passarinho azul? Responde lá no teu twitter. Pensando melhor, nem quero saber, esquece.