Sinta-se em casa!


10 de novembro de 2010

Tudo!

Sim, eu sei que me comprometi a atualizar aqui com mais frequencia, mas né...a PUC me ocupa as vezes! Sei que vocês entendem. E por falar em compreensão dos leitores, queria dar uma pequena satisfação as pessoas que me solicitam posts. Eu amo receber sugestões, vocês sabem, o problema é que nem sempre eu consigo transformar o assunto que vocês me sugerem em post! Mas eu me empenho muito, juro! Um dia eu vou escrever sobre todos os assuntos solicitados.
Bom, depois das desculpas de praxe. Vamos ao assunto do post. Aproveitando a propaganda da nova série da globo (não, eu não ganho nada pra fazer propaganda) eu faço a pergunta a vocês: O que querem as mulheres? Difícil né? Quem disse que ler meu blog era fácil?
Mulher é um bicho muito complicado. Essa pergunta simplesmente não tem resposta. Não to entrando na questão filosófica. Eu sei que ninguém conseguiria definir o que quer em uma palavra, todo mundo precisa de muita coisa. Mas a questão é que eu acho que nem se pedíssemos pras mulheres fazerem uma lista de 10 itens com coisas que querem, nós não conseguiríamos responder essa pergunta. A grande maioria das mulheres precisa de muito pra ser feliz e isso é um grande problema. Eu sei que ta todo mundo cansado de me ver falando mal de mulher nos meus textos, mas poxa vida, elas pedem!
As mulheres querem TUDO! Simples assim. Alias não querem só o que é delas por direito elas querem o que é das outras mulheres também. Aposto que podemos definir as necessidades masculinas em: sexo, cerveja e futebol. E isso não é ruim, sabe. Quanto menos nós necessitamos pra alcançar a felicidade, melhor! Mais perto de ser feliz nós estamos.
Não adianta me dizer que todas as vontades femininas são para o mesmo fim... a felicidade. Por que isso (lembrando sempre que não quero filosofias baratas aqui) é o que todo mundo quer. É o fim ultimo do ser humano, afinal de contas.
Uma criatura que precisa de tanto pra ser feliz tem probleminha, amigo! Isso é fato, mulher é um bichinho dodói, não há como negar. E não to nem falando das que tem problemas mentais de verdade, as que precisam ser medicadas. Precisa de tanto sim! Se tu é mulher e ta lendo isso, para e pensar o que ia te deixar feliz agora, nesse momento. Aposto que tu pensou em 3 coisas só nessa passada rápida, se tu começar a pensar mais a fundo...
Não to me excluindo dessa lista não! Eu também quero tudo. Acho que é isso que nos motiva. No fim, isso deve ser uma coisa boa. Os homens tendem a se acomodar mais rápido. E acho que isso nunca é muito bom.
Sei lá, quem sabe no final da mini série a gente descobre né? Mas o que eu quero mesmo! É que vocês gostem do meu post. Sim, preciso de aceitação pra ser feliz. E vocês o que querem?

Por Luna Rodrigues

13 de outubro de 2010

Puccaaaa ama Garuuu

E eu tentando escrever mais uma vez, ando com um sério bloqueio intelectual! Minhas últimas provas que o digam. Quando eu comecei o blog tinha muitas idéias, muitas vezes quis escrever mais de uma vez por semana porque as idéias se acumulavam na minha cabeça. Eu deveria ter escrito tudo de uma vez só e publicado aos poucos! Sério, não sei mais fazer isso!
Enfim, menos reclamações e mais textos. Resolvi escrever essa semana sobre um dos meus personagens favoritos, a Pucca. Mesmo não sendo a mais fã de coisinhas ditas mimosas e fofinhas (sempre preferi Kavaleiros do Zodíaco a Hello Kitty) eu adoro a Pucca. E a pergunta do post é: Porque razão as meninas gostam da Pucca? Identificação?
Isso mesmo, acho que as meninas gostam desse personagem por se identificarem com ela. Pra quem nunca viu o desenho, a Pucca é uma japonezinha fofa que é perdidamente apaixonada pelo Garu, a criatura que mais despreza ela no mundo. E qual a atitude dela em relação a indiferença do Garu? Ela ignora esse fato, placidamente. Ela agarra ele sempre que possível e defende com unhas e dentes a integridade física e moral do amado. Uma coisa comovente... ou deprimente, não sei ao certo.
E atire a primeira pedra quem aqui nunca foi meio Pucca na vida? Lógico que ela é o extremo completo, mas tenho certeza que em certo momento todas as meninas foram assim. Sim, bêbada também conta. Quando nos desprendemos totalmente da nossa dignidade em prol de alguém que julgamos valer a pena estamos deixando aflorar nosso lado Pucca. E depois vem a ressaca moral (não precisa ter bebido pra ter ressaca moral), a mais pura e simples vergonha mesmo, sentimento que parece não atingir nossa heroína de vermelho.
Quem me conhece, conhece minha teoria. Pra mim, amor e dignidade não tem nada a ver um com o outro. Quando um entra não demora muito pro outro sair. Não é que eu ache bonito ficar se humilhando, mas é a vida, ninguém pode negar. E se vale a pena ou não, cada caso é um caso, cada um vai saber se valeu a pena algum dia (ou não).
Essa coisa de humilhação pública e relacionamentos é complicada. Diante de um término provavelmente uma das partes vai achar que ainda pode dar certo. A verdade é que depois que a pessoa se decidiu, dificilmente vai adiantar chorar e espernear né!
Quando o assunto é esse eu logo penso em mulheres se humilhando, FATO! Mas nós sabemos que o mundo ta cheio de homens sem dignidade! O que ao meu ver é pior, não acho que faz parte do papel de mulher fazer esse tipo de coisa, mas vamos e venhamos que ver um homem chorando por ti é bem triste. Querendo ou não, tu acaba meio que perdendo o respeito que sentia por ele.
Se eu já me humilhei? Isso, vocês nunca saberão! A não ser que as pessoas por quem me humilhei estejam lendo. Oi? Eu falei pessoas, no plural? Tá, esquece.


Por Luna Rodrigues

8 de outubro de 2010

Será?


Todo mundo aqui sabe que eu adoro uma boa pesquisa, né? Pois então, ouvi hoje no rádio que um estudo feito na Alemanha concluiu que mulheres se sentem mais felizes quando estão magras do que quando estão amando. O alemão Pam Spurr observou o comportamento feminino durante 24 anos (PQP) e chegou a essa conclusão. Será que é isso mesmo?
As noticias sobre a pesquisa são muito vagas. Mas é bem clara em um ponto, as mulheres que se sentiam acima do peso ficavam mais felizes quando emagreciam do que quando amavam. Acho que isso tem muito a ver com se amar e se achar bonita. Todo aquele papo chato de... você precisa se amar primeiro para que as pessoas a amem também e bla bla bla. Deve ser isso, só pode ser isso.
Pensa comigo, se tu ta se sentindo gorda e tem um namorado, tu sempre pode olhar pra magra sozinha e infeliz e pensar: pelo menos eu não vou morrer sozinha, seca! E não venham me dizer que as magras estão bem sozinhas, porque elas até podem ficar felizes por algum tempo, mas essa vidinha cansa e todas nós sabemos disso. Gordas ou magras. E não é?
Eu sempre tive problemas com a balança. Vocês não tem idéia da quantidade de coisas que eu tomava pra ganhar peso quando era criança, Biotonico Fontoura não é nada, alias era uma das coisas mais gostosa que eu tomava (acho que assim começou minha história com álcool). Por algum motivo se achava, e ainda se acha, que criança saudável é criança gorda, o problema é quando as tentativas de engordar a cria dão tão certo que ela nunca mais consegue emagrecer outra vez. Conheço casos assim. Graças a Deus, minha mãe aceitou que eu era uma menina que não gostava muito de comer, mas que apesar disso minha saúde andava muito bem.
A verdade é que nós mulheres nunca estaremos completamente felizes com o próprio corpo. Vi ou li em algum lugar uma vez que todas as mulheres do mundo sempre querem perder ou engordar pelo menos 2 kilos. E acho que é isso mesmo. Não há como negar que a sociedade impõe isso as mulheres, não, não to falando da ditadura da magreza. A questão é que um homem acima do peso não é avaliado como uma mulher na mesma condição. Ser mulher é muito mais difícil, fato!
Todo mundo gosta de se sentir desejada e não só pelo namorado, acho isso super normal. Se os namorados dessas meninas se empenhassem em fazer com que elas se sentissem bonitas, elas acreditariam e as outras pessoas, que não os próprios namorados, também as achariam bonitas. Acho que isso não é muito conveniente pra eles. Talvez as alemãs se sintam assim porque os homens lá passam 24 anos fazendo uma merda de pesquisa e não dão a devida atenção a elas. Deve ser solteiro esse Pam Spurr, não tinha mais nada pra fazer não?

Por Luna Rodrigues

20 de setembro de 2010

E um tapinha...dói?


Eu sei que não apareço aqui faz décadas, desculpa! Voltei, causando, claro.
Perguntinha bem simples, bem objetiva. Mulher gosta de apanhar? Que foi? Só estou perguntando.
O mestre Nelson Rodrigues afirmou isso faz um bom tempo e eu lanço a pergunta aqui no blog, é verdade que mulher gosta de apanhar? Ele foi bem especifico quando disse isso, não é que ela goste de apanhar todos os dias. Segundo ele, em algum momento da vida a mulher desafia o homem, é quando ela põe o dedo na cara dele e diz a famosa frase: TU NÃO É HOMEM. Mesmo que ela não admita, ou não saiba, o que ela quer mesmo é que ele de um tapa na cara dela e mostre quem é homem, dizem que depois disso, ela nunca mais duvida da masculinidade dele (também pudera né?). Caso isso não aconteça ela começa a perder o respeito por ele. Não sou eu quem está dizendo, queria deixar isso bem claro, não quero ninguém batendo na minha porta pra me bater, ok?
Todo mundo tem uma opinião sobre esse assunto. Quando aparece uma notícia de violência contra a mulher, sempre tem um pra dizer: "Alguma coisa ela fez" ou "é muito burra pra continuar com alguém que bate nela". Só que não é dessa violência que eu estou falando, ou talvez seja, não sei bem. Acho que as coisas acabam se misturando de um jeito ou de outro. Li em algum lugar sobre as culturas onde bater na esposa é algo super comum. Dizem que na África elas acham justo apanhar por vários motivos, entre eles está (pasmem): queimar a comida. Pensa comigo, se queimar a comida e sair de casa sem avisar o marido é motivo pra apanhar, imagina dizer que ele não é homem.
Pra mim, deve ter alguma coisa a ver com a infância. Grande novidade, tudo é trauma infantil. Mas faz sentido, não faz? As relações com o primeiro homem com quem temos contato há de influenciar todas as outras. Talvez a mulher que não apanhava do pai busque mais esse confronto com o marido, talvez seja o contrario.
Um detalhe importante é que Nelson Rodrigues confirmou que nem toda a mulher gosta de apanhar. Só as normais gostam. Então fica a dica né! Não pros homens, mas pras mulheres. Outro detalhe a ser observado é que segundo essa filosofia a mulher também não gosta de apanhar de todo mundo, só do seu 'amado'. Nada de ficar batendo na mulher dos outros.
Assunto ingrato esse meu né? Eu gosto de uma polêmica, todo mundo sabe disso. Além do mais N. Rodrigues sempre tem ótimos assuntos a serem discutidos.
Se vocês querem saber eu acho que o problema de algumas criaturas por ai é falta de laço mesmo. Não, não estou apoiando a violência doméstica. Ou estou, tanto faz.

3 de agosto de 2010

Me mordo mesmo e dai?

Comentaristas do meu blog...muito obrigada! Eu não seria nada sem vocês. Faz séculos que eu não posto nada, eu sei que não deu pra sentir saudades, mas mesmo assim me sinto culpada. Enfim, depois de alguns meses de blog eu quase esqueci da função dele. Era principalmente um local de protesto, mas também era onde eu podia falar sobre relacionamentos e diferenças entre os sexos. Todo mundo aqui ta cansado de saber que eu sou contra esse feminismo exagerado, que ta sempre na moda e o motivo também não é segredo. Homens e mulheres são diferentes, tratar 'coisas' diferentes de maneira igual não faz o menor sentindo e isso é inegável.
Vi no Globo Repórter (sim eu vejo, mas só quando não é alguma coisa sobre animais) essa semana ou na passada varias coisas justamente sobre isso, as diferenças. Um assunto despertou meu interesse porque eu acho que nunca falei dele aqui. Ciúmes! Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu ciúmes. Eu admito, sou ciumenta pra caramba. Tenho ciúmes de pessoas e coisas. Veja bem, não sou a maluca que faz escândalo, eu sempre fui do tipo que fica remoendo; isso também não quer dizer que eu não va perguntar coisas como 'quem é a fulana'.
A principal diferença entre o ciúme feminino e o masculino é tão óbvia que eu não precisaria dizer. Claro que eu vou dizer, se não, não teria sobre o que escrever. Homens sentem o que eu chamo de ciúme físico, eles não gostam (o grau do desgosto depende do homem, logicamente) da idéia de ter a sua mulher com outro cara. Já o sexo oposto morre de medo de que o companheiro goste de outra mulher, o fato dele estar fisicamente com outra, ela até consegue perdoar. Viu, tu já sabia disso.
É isso ai, galera, a carência feminina atacando mais uma fez. Sim, porque isso é carência , medo de que ele te deixe porque gosta de outra, ousaria dizer que algumas até aceitariam dividir o cara. O problema na divisão é se ele ainda sim gostar mais da outra, dai minha amiga, tu ta ralada, ele vai embora mesmo, vai ficar só com a outra.
Conversava com uma amiga sobre essa coisa de fidelidade, será que um dia a chamada traição vai ser bem aceita? Não sei se o ciúmes vai deixar, mas talvez ele seja mesmo só uma convenção social. Quem sabe os homens conseguem administrar essa coisa de dividir um mulher e as mulheres o fato do cara gostar de mais de uma pessoa. Será que da pra gostar de mais de uma pessoa igual? Será que ele não vai acabar gostando mais de uma e não vai dar certo? Será? Quem viver verá.
A questão é que vou contar aqui só pra vocês, sempre me achei meio ciumenta demais, sabe, mas uma das coisas que eu vi nesse programa foi um teste pra testar o nível de ciúmes. Sim, eu fiz sim. E o resultado foi um 'enciumado', fiquei satisfeita. Vai lá, faz o teste, mas não pode mentir, hein! Depois me conta?

Por Luna Rodrigues

15 de julho de 2010

Você foi embora, a tatuagem não (8)

Gente, que frio é esse? Me olhei no espelho agora e to parecendo a rena do nariz vermelho. Patético sair de casa com essa cara de doente, assim não há quem lide. Detalhe é que eu nem to doente de fato. Ta ruim até pra escrever, medo de quebrar os dedos enquanto digito. Enfim, vamos espantar esse frio e comemorar o "Dia do homem", posso com isso? Todo mundo aqui sabe que eu não acredito em direitos iguais então, dane-se o dia do homem (ok, o da mulher também).
Hoje no rádio eu ouvi que uma pesquisa feita na Inglaterra (é, eu e minhas pesquisas) apontou que 47% dos homens não acha mulheres de tatuagem atraentes. O foco da pesquisa era sobre como a alguns anos tatuagem era uma coisa que chamava a atenção masculina positivamente, quando delicadas e femininas, hoje em dia nem tanto. A porcentagem de mulheres que consideram homens tatuados pouco atraente, lógico, é menor.
A pesquisa diz que David Beckham exagerou nas tatuagens e isso deixou o cidadão menos atraente, menciona que a cantora Amy Winehouse não é considerada bonita por causa das tatuagens. Eu sou muito fã da Amy, mas acho que não é por causa das tatuagens que ela é estranha, acho que o mais normal ali são as tatuagens pra falar a verdade. Outro exemplo na questão bonita ou não tatuada foi a Fernanda Yang, quem viu ela na PlayBoy jura que o que deu pra aproveitar foram as tatuagens. Pras meninas: nem tentem mentir, sei que vocês pegavam o Beckham com ou sem tatuagem.
Eu sempre enjoei fácil das coisas, talvez por isso nunca tenha feito uma tatuagem. Olhar pra mesma figura grudada em mim o resto da vida? Fico nervosa só de pensar, além do mais como é que eu vou explicar pros meus netos que aquele borrão de tinta bizarro um dia foi uma linda borboleta que eu tatuei na juventude. Meio estranho. Admito que a dor também é um fator importante nesse assunto, eu sou bem pouco resistente a ela, não sei se seria uma boa idéia.
Tendência mesmo quando a gente fala em tatuagem é transformar uma tatuagem que tu já tem em alguma coisa nova. Várias famosas já nos deram exemplos disso. Mania de querer tatuar nome de homem (com raras exceções, isso é bem coisa de mulher). Danielle Winits ta aí pra nos mostrar como faz. Quando namorava o Bruno Gagliasso ela tatou um "B" em algum lugar que depois teve que virar "Believe"; não contente com isso agora ela tatuou "Love for Johnny", porque gosta de uísque senhores? Não uma homenagem ao namorado Jonatas Faro. E olha que ela nem é mais uma guriazinha.
Por falar em tatuagem e tendência, vocês já viram a novidade pro verão? Uma marca italiana lançou biquínis com o desenho de um coração vazado, pra deixar marcado mesmo. Dá uma olhadinha ai! Achei fofo e vou querer, se bem que o coração ficou parecendo mais uma sujeira na bunda da moça. O chato é colocar o biquíni no exato local toda a vez que for tomar sol né, por que se não o coração vai virar uma coisa indefinida. Uma galera vai trocar o coração partido pelo torto.
Por Luna Rodrigues

7 de julho de 2010

E a tênue linha

Queridos leitores, estou apaixonada. Perdida e completamente apaixonada e não tenho vergonha de dizer, é isso aí. O nome da minha mais nova paixão: True Blood. Um vício por qualquer coisa que seja é uma merda, todo mundo sabe disso, mas quando eu dei por mim já era tarde. Fui sugada pela série (com o perdão do trocadilho). O tema de abertura é minha música favorita, preciso ver algum episódio todos os dias e se tivesse twitter eu estaria seguindo @TrueBloodHBO.

E o que é mais envolvente no crepúsculo pra maiores de 18? Essa coisa de vampiros gatos e sedutores sempre encantou a galera, fato! Mas não sei, True Blood tem alguma coisa de especial, acho que é essa inovação dos vampiros "saindo do caixão". É, vou apostar nisso, não quero pensar que gosto mesmo de ver Eric, Bill e Sam. Homens bonitos não me prendem as séries, né? Se bem que minha ultima série de adoração era Supernatural! Sei lá.

Eu podia escrever parágrafos e mais parágrafos sobre a vida da Sookie e como as coisas saíram do controle quando ela finalmente conheceu um vampiro de verdade, só que a idéia do post não era essa. Isso tudo me fez pensar em uma coisa: a linha tênue que há entre gostar de uma série/desenho/filme e ser um idiota. Um doente mesmo, no mais bonito significado da palavra. Perigoso isso, a grande maioria não percebe que cruzou a linha. Uma hora está comprando os dvds das temporadas passadas e na outra está se vestindo igual aos personagens.

Engraçado é que ontem depois de ver alguns episódios eu vi o programa "A liga", sabe? Da Band. Bom, eles estavam falando sobre tribos e uma delas era a dos cosplayers, quando o Rafinha perguntou pra algumas meninas se elas não se achavam muito velhas pra isso a resposta foi: Existe idade pra sonhar? Então não existe idade pra fazer cosplay. Será? Ok, não sou ninguém pra criticar. Mas eu acho que quando tu faz uma roupa e compra uma peruca pra ficar igual a um personagem ultrapassou a fronteira do sonho, tu ta tentando transformar isso em realidade.

Dando uma olhada no HBO Shop; por pura curiosidade, não ia comprar o uniforme da Sookie no Merlotte's (uhum, Luna), eu vi coisas que não achei possível. Camisetas com "fangbanger", "VILF", pra quem foi mordido, pra quem quer ser mordido e pra quem não quer. Até Tru Blood, o sangue sintético que os vampiros bebem, eles vendem, sério. E a pergunta que eu faço é, quando se trata de fã o que é normal e o que não é. Posso usar uma camiseta escrito "Team Bill", mas não posso responder os twits dos personagens é isso?

Na minha humilde opinião, desde que tu não esqueça em nenhum momento que é tudo fazdeconta, beleza! Eu sei que é difícil aceitar, mas o vampiro lindo que vai te amar por toda a eternidade só existe na série. Dizem por ai que True Blood me fez trair o movimento e achar Eclipse ruim de mais. Ou é isso, ou o filme é um lixo mesmo.



Por Luna Rodrigues